Blog Action Plus
Recomendações para ter sucesso em negócios na Internet
Um internauta a milhares de quilômetros de distância pode interessar-se pelo produto da sua empresa
Clientes interessados em produtos e pessoas que estejam buscando informações sobre produtos específicos podem clicar no nome da sua empresa e rapidamente ver o que ela tem a oferecer e até mesmo responder interativamente. Porém, é importante considerar algumas recomendações ao se fazer negócios na Internet:
- Avalie bem as vantagens e as mudanças que a entrada na rede trará ao seu empreendimento.
- Busque ajuda profissional para desenhar a página, evitando soluções domésticas.
- No início faça todo o possível para se ambientar com a tecnologia e com a operação do novo canal de vendas.
- Elabore uma página bonita, simples, de fácil navegação, rápida e que permita alterações futuras, para não cair na rotina.
- Ofereça sempre novidades, promoções e vantagens aos visitantes de sua loja virtual. Um ambiente estático e burocrático cansa e não vende.
- Esteja preparado para dar respostas rápidas às dúvidas e reclamações dos clientes digitais, pois este público está acostumado com a agilidade da Web.
- Conscientize-se de que seu negócio tem na rede potencial de venda para, no mínimo, todo o Brasil.
- Tenha claro também que seus concorrentes são diferentes e estão a apenas um clique do eventual consumidor.
- Prepare-se para a concorrência mais agressiva fazendo um plano de divulgação dentro e fora da rede.
- Mantenha um eficiente esquema de pós-venda para acompanhar o andamento da encomenda do cliente.
Quando tiver o site, evite cometer erros comuns. Para isso procure sempre:
- Comunicar-se com o visitante;
- Estimular a participação do visitante;
- Promover o site;
- Responder rapidamente aos e-mails;
- Tomar cuidado com e-mails automáticos;
- Buscar a fidelização;
- Ter uma política clara de segurança;
- Oferecer variadas opções de pagamento;
- Atualizar o site constantemente;
Autor: A Internet como Ferramenta de Negócios
Fonte: sebrae.com
Instagram e Facebook: que lições podemos tirar desta negociação?
O assunto da semana é a compra do Instagram pelo Facebook por US$ 1 bilhão. Porém, mais do que analisar qual será o futuro do aplicativo ou qual será a integração entre as plataformas, o site Mashable resolveu tirar três lições valiosas desta aquisição.
A primeira delas é buscar por parceiros que te agreguem algo que você não tem, como foi o caso do Instagram. O Facebook nunca ofereceu a possibilidade de criar conteúdos que não fossem posts. Portanto, ele foi buscar em outra companhia uma competência que ele mesmo não tinha. Esta lição é valiosa para as empresas, que precisam entender que não é necessário reinventar a roda, basta ter dinheiro para comprar a roda alheia.
Outro ponto em que Mark Zuckerberg acertou em cheio foi o fato de deixar o Instagram intacto. Um dos primeiros comentários do criador do Facebook a respeito da negociação foi que o aplicativo de compartilhamento de fotos manteria a mesma experiência. Normalmente, as companhias vão para o lado oposto e começam a crias novas experiências que, às vezes, podem desagradar os antigos usuários. Empresas como Facebook e Instagram já são grandes e boas o suficiente para conseguir se manter sozinhas, portanto, a rede social está correta em alavancar a experiência da plataforma individualmente ao invés de tentar criar novidades mirabolantes logo de cara.
Por fim, o site pontua que um dos maiores aprendizados que o Facebook deixou com esta aquisição foi o fato de que deve-se apostar nos amadores. Não que o Instagram seja amador, mas a plataforma de criação de conteúdo traz, também, muitos amadores, além dos mais experientes e isso é bom. De acordo com a publicação, as empresas não devem se focar somente em marcas e produtos voltados para os profissionais. Apesar de as pessoas mais experientes criarem conteúdos aspiracionais, são os amadores que trazem alcance.
Fonte: olhardigital.uol
O volume de cliques em links patrocinados aumentou 39% durante o primeiro trimestre de 2012
O volume de cliques em links patrocinados aumentou 39% durante o primeiro trimestre de 2012, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (12) pelo norte-americano Google.
Ainda assim, o custo por clique cedeu 12 pontos percentuais no 1° trimestre e 8% em relação aos últimos três meses de 2011.
Analistas acreditam que grandes concorrentes no âmbito da publicidade on-line (como o Facebook) podem ter pressionado o Google para reduzir os preços dos anúncios.
O Google também reportou uma receita de 10,65 bilhões dólares no primeiro trimestre deste ano, alta de 24% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o gigante da web movimentou 8,58 bilhões dólares. A receita fora dos Estados Unidos totalizou 5,77 bilhões dólares nos primeiros três meses de 2011, o que representa 54% do faturamento do primeiro trimestre. No quarto trimestre, esta proporção era de 53%.
“Também constatamos um grande momento das apostas que realizamos em produtos como o Android, Chrome e YouTube”, disse Larry Page, CEO do Google.
Vídeo | O que mudou nos últimos 5 anos com a internet
O documentário “O que mudou nos últimos 5 anos” realizado pela HOTWords tem como tema as grandes transformações vividas pelo mercado da comunicação. Fazendo uma retrospectiva e uma análise dos principais acontecimentos dessa revolução tecnológica, o documentário analisa questões que vão desde redes sociais como fonte de informação, domínio e perda de espaço do orkut para o facebook, ascensão do twitter, blogs até a mobilidade e a revolução do computador para os tablets.
O conteúdo foi montado a partir das entrevistas de personalidades envolvidas nesse mercado. Um trabalho muito consistente com opiniões fortemente embasadas.
O que você achou? Dê a sua opinião.
@actionplus | fb.com/actionplus
A venda pela internet com as transações na Cielo ficarão mais seguras
A Cielo anunciou nesta terça-feira uma parceria com a empresa de segurança CyberSource com a qual pretende reduzir em cerca de 90% o número de fraudes nas operações de comércio eletrônico. Segundo a Cielo, maior empresa de meios de pagamento do Brasil, o acordo permitirá ofertar a lojistas conveniados uma solução capaz de detectar tentativas de fraude em tempo real, em operações com cartões de crédito e de débito pela Internet.
O mecanismo consiste em submeter o pedido de aprovação das compras a mais de 260 provas, processo que leva menos de dois segundos, de acordo com a CyberSource, uma subsidiária da Visa. Uma das ferramentas permite descobrir o endereço IP do computador por meio do qual a compra está sendo feita e um histórico das transações feitas pelo equipamento com lojistas. De acordo com a pontuação de risco resultante da análise, a compra pode ser rejeitada.
“Para o e-commerce, é uma evolução semelhante à implantação do chip nos cartões, substituindo as tarjas magnéticas”, disse a jornalistas o vice-presidente executivo de produtos da Cielo, Eduardo Chedid.
Em 2011, a Cielo capturou mais de 80 milhões de transações em lojas virtuais, o que representou cerca de 7% do total de pagamentos intermediados pela empresa, ou o equivalente a R$ 28 bilhões. Cerca de 0,75% das transações foram alvos de fraudes, segundo Chedid. Nas transações processadas com o uso físico do cartão o percentual de fraudes cai para 0,04%.
A Cielo não quis comentar qual o valor do investimento empregado com o uso da tecnologia, mas admitiu que prevê ganhos operacionais, devido à economia esperada com menos despesas por fraudes. Esse benefício, no entanto, depende da velocidade que os lojistas clientes da Cielo também invistam para utilizar a ferramenta. O argumento para tentar convencê-los a adotá-la é de que eles também terão redução de custos.
“Quando os vendedores reduzem as fraudes, o volume de vendas eletrônicas aumenta”, disse a jornalistas o presidente da Cielo, Rômulo Dias. “É dinheiro na veia para os lojistas”, acrescentou.
E-commerce será puxado pelos setores de moda e beleza
As vendas de roupas, calçados, artigos esportivos, medicamentos, produtos de beleza e saúde apresentam as maiores perspectivas de crescimento no mercado de e-commerce brasileiro, devendo puxar o número de pedidos.
“O problema antes era a falta de padronização do tamanho das roupas e o fato dos consumidores não estarem acostumados a comprar certos produtos pela internet”, disse o diretor geral da empresa de monitoramento de comércio eletrônico, e-bit, Pedro Guasti.
No ano passado, a categoria de produtos ligados à moda e acessórios se consolidou como um dos cincos maiores mercados por número de pedidos no comércio eletrônico, com uma participação de 7%. O setor de vestuário, particularmente, vem estabelecendo referências de tamanho e numeração para peças infantil, masculina e feminina. Isso é essencial para as varejistas online, porque reduz a possibilidade de trocas e devoluções.
Outro segmento que avança na venda por meio da internet é o de saúde, beleza e medicamentos, que respondeu também por 7% dos pedidos realizados por consumidores no e-commerce brasileiro em 2011. A liderança segue com eletrodomésticos (15%), seguido pelo de informática (12%) e eletrônicos (8%).
Consumidores
Entre os internautas que adquiriram seu primeiro produto por meio da internet no ano passado 61% pertencem à classe média. Segundo a diretora de negócios da e-bit, Cris Rother, os clientes das classes A e B compram mais por impulso, enquanto os da C e D demoram mais para fechar a compra.
Segundo levantamento da e-bit, em 2011, houve um aumento do número de clientes que disseram estar “satisfeitos” com as compras, atingindo um porcentual de 86,45%, ante 85,62% do ano imediatamente anterior, quando esse indicador foi influenciado negativamente por problemas com atrasos nas entregas do período que antecedeu aquele Natal.
No final do ano passado, 13% dos consumidores relataram que os pedidos estavam fora dos prazos acordados com as empresas no momento da compra, frente a 17% da mesma data de 2010, informou Guasti. “A média do final do ano passado ficou entre 11% e 13%, próximo à média anual”, destacou.
Guasti ressaltou ainda que as vendas no final do ano passado foram incentivadas pelos saldões “Black Friday”, em novembro, e “Boxing Day”, após o Natal, cujas vendas somaram R$ 158 milhões, que representam um incremento de 91% sobre os mesmos períodos de 2010.
De acordo com a pesquisa, no último trimestre do ano passado, as 50 maiores empresas do setor responderam por 87,73% do faturamento, ante 89,27% no mesmo período de 2010. Esse espaço foi ocupado por pequenos e médios sites de comércio eletrônico, que elevaram sua fatia, no mesmo intervalo, de 10,73% para 12,27%.
O mercado está altamente aquecido, com oportunidade para todos os tamanhos de varejo. Solicite agora um orçamento e faça parte deste mercado ainda em desenvolvimento.
Fonte: Veja








